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Software que dura: o que 25 anos ensinaram sobre manutenção

10 de ago de 2026

A Fragasoft desenvolve software desde 2001. Nesses 25 anos entregou mais de 300 projetos no Brasil e no exterior. Se há uma lição que se repete em todos, é esta: escrever o sistema é a parte barata.

O caro vem depois — e vem sempre.

O chão se move

Um sistema de comissão de venda direta escrito em 2012 não sobrevive a 2026 sem manutenção. Não porque foi mal escrito, mas porque tudo em volta mudou: a legislação tributária, a forma de receber, a nota fiscal, o navegador do cliente, o celular que virou o computador principal da equipe.

Só a plataforma MMNWEB passa hoje de 900 mil linhas de programação. Boa parte dessas linhas não existia no projeto original — foram entrando conforme o mundo mudava e a operação do cliente não podia parar.

Manutenção não é conserto

Existe uma confusão comum entre manutenção e conserto. Conserto é quando quebra. Manutenção é o trabalho contínuo de manter o sistema alinhado com um negócio que também está mudando.

Empresa que trata software como obra entregue — paga, recebe, acabou — descobre em dois ou três anos que tem um sistema que ninguém entende, ninguém atualiza e ninguém tem coragem de mexer. A partir daí toda mudança pequena vira projeto grande.

O que isso muda na hora de contratar

Vale mais perguntar "quem vai manter isso daqui a três anos?" do que "quanto custa para fazer?". As duas perguntas têm resposta, mas só uma delas prevê o que vai acontecer com o seu dinheiro.

Na Fragasoft, a equipe que escreve é a mesma que atende depois da entrega. Não é virtude: é a única forma que a gente conhece de manter um sistema vivo por uma década.

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